segunda-feira, 30 de setembro de 2013

"So tell you love me, come back and haunt me..."   


Tem sido tão doloroso pra mim não ter mais tua companhia... Sinto falta das coisas mais simples... De estar a seu lado, de conversar contigo, sentir teu abraço, ouvir teu riso, te ver dormindo... Deus sabe o quanto eu daria pra viver tudo isso novamente, nem que fosse por uma única noite!
Me sinto tão cansada com tudo isso... Cansada de carregar esse sentimento que não vai embora, cansada de me afundar nessa dor que tomou conta de mim... Peço à Deus todos os dias para que Ele leve essa dor embora, mas contrariando tudo o que desejo, tudo o que suplico, ela só aumenta!!!
Já passei por tantas coisas nesta vida... Coisas que só você sabe, mas nada disso me dói tanto quanto não te ter comigo... Sinto que tudo o que vivi, por mais pesado e inesquecível que seja, é plenamente contornável... Não, na verdade, isso não é apenas um sentimento, é uma constatação... Toda e qualquer situação desagradável que passei, foi superada da melhor maneira possível... Cada uma delas doeu o tanto que tinha que doer, mas logo depois, eu estava pronta para viver outras coisas, coisas melhores, coisas que por mais que não pudessem apagar o que passou, me ajudariam a prosseguir... Mas agora me sinto perdida...
Sinto uma falta de esperança que me arrepia! É como se depois de você, nada mais pudesse me consolar... Como se nada melhor do que o que senti por você pudesse vir à mim... E hoje o que me assombra é o fantasma da felicidade... Tenho medo que ele me persiga por toda a vida... Tenho medo de viver apenas momentos de trégua entre uma aparição e outra... No entanto, me parece que é exatamente assim que vou passar pela vida... Tendo breves instantes de alegria, até aquele momento em que minha miserável existência pousará novamente na tua lembrança... E tudo começará de novo, de novo  e de novo...  


 

domingo, 29 de setembro de 2013

Como esquecer?
Você pediu e eu já vou daqui
Nem espero pra dizer adeus
Escondendo sempre os olhos meus
Chorando eu vou, tentei lhe falar,
Você nem ligou

Eu nunca consegui me explicar
Porque você não quis me ouvir falar
E deixo todo o meu amor aqui
Jamais eu direi que me arrependi
Pelo amor que eu deixar

Mas da saudade eu tenho medo
Você não sabe, eu vou contar todo o segredo
Esses caminhos eu conheço
Andar sozinho eu não mereço
E você há de entender, a gente tem que ter alguém pra viver

Se você quer, eu vou embora
Mas também sei que não demora
Você é criança e vai chorar
Só então vai compreender
Que muito amor eu te dei
E eu quero ver, você lamentando meu nome chamar

E quando um dia isso acontecer
De você querer voltar pra mim
O meu perdão vou saber lhe dar
E jamais eu direi, que um dia você conseguiu me magoar

Eu nunca consegui me explicar...

(Você pediu e eu já vou daqui - Nando Reis)

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Se uma nunca tem sorriso
É pra melhor se preservar
E diz que espera o paraíso
E a hora de desabafar
A vida é feita de um rosário
Que custa tanto a se acabar
Por isso às vezes ela pára
E senta um pouco pra chorar
Que dia! Nossa, pra que tanta conta
Já perdi a conta de tanto rezar

Se a outra não tem paraíso
Não dá muita importância, não
Pois já forjou o seu sorriso
E fez do mesmo profissão
A vida é sempre aquela dança
Aonde não se escolhe o par
Por isso às vezes ela cansa
E senta um pouco pra chorar
Que dia! Puxa, que vida danada
Tem tanta calçada pra se caminhar

Mas toda santa madrugada
Quando uma já sonhou com Deus
E a outra, triste namorada
Coitada, já deitou com os seus
O acaso faz com que essas duas
Que a sorte sempre separou
Se cruzem pela mesma rua
Olhando-se com a mesma dor
Que dia! Cruzes, que vida comprida
Pra que tanta vida pra gente desanimar.

(Umas e Outras - Chico Buarque)

terça-feira, 24 de setembro de 2013

And so it is
Just like you said it should be
We'll both forget the breeze
Most of the time

I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off of you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes off you
I can't take my eyes...

I can't take my mind off of you
I can't take my mind off you
I can't take my mind off of you
I can't take my mind off you
I can't take my mind off you
I can't take my mind...
My mind... my mind...

(The Blower's Daugther - Damien Rice)


domingo, 22 de setembro de 2013

She took my heart, I think she took my soul

You shimmy-shook my boat
Leaving me stranded  all in love on my own
Do you think of me?
Where am I now?
Baby, where do I sleep?

Feels so good but I'm old
2000 years of chasing taking it's toll

(Closer - Kings of Leon) 

domingo, 8 de setembro de 2013

Haja o que houver
eu estou aqui
Haja o que houver
espero por ti

Volta no vento, ô meu amor
Volta depressa,
por favor
Há quanto tempo já esqueci
porque fiquei longe de ti
Cada momento é pior
Volta no vento, por favor

Eu sei quem és para mim
Haja o que houver
espero por ti

Há quanto tempo já esqueci
porque fiquei longe de ti
Cada momento é pior
Volta no vento,
por favor

Eu sei quem és para mim
Haja o que houver
espero por ti.




Haja o que houver
(Madredeus)

sábado, 7 de setembro de 2013

(...) veja... ai... olhe bem... ai... você não têm seios. é liso. mirrado. te falta viço, te falta essa graça entre outras somente delas. você é só isso em riste óbvia.


(auto-retratismo dissecado: renda - Alessandra Safra) 

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Os dias passam... Te vejo cada vez mais distante de mim... Tento me reordenar, voltar à normalidade. Aí eu trabalho, interajo com as pessoas, tento me desvencilhar de você e, em alguns momentos, até chego a acreditar que te esquecer é possível, mas só o fato de pensar em te esquecer me faz lembrar de tudo o que vivemos... Aí tudo volta... E todas as coisas me lembram você... Todos os meus planos, todos os meus sonhos, todo o meu riso, todo o meu corpo... Nessas horas a dor volta... E até ela só permanece dentro de mim por causa de você!



Ao meu redor está deserto
você não está por perto
e ainda está tão perto

Dentro dessa geladeira, dentro da despensa e do fogão
Dentro da gaveta, dentro da garagem e no porão
Em todos os armários, nos vestidos, nos remédios, num botão
Por dentro das paredes, pelos quartos, pelos prédios e no portão

Até no que eu não enxergo
Até mesmo quando eu não quero
eu não quero

Dentro da camisa, no sapato, no cigarro,
na revista, na piscina, na janela, no carro ao lado
No som do rádio eu ouço a mesma coisa
o tempo inteiro, em fevereiro, em janeiro, em dezembro

Ao meu redor está deserto
tudo o que está por perto
e ainda está tão perto

(Ao meu redor - Marisa Monte)